É aquilo que a psicologia vem a anos tentando nos contar, que tudo tem a ver conosco e com nosso bom e velho ego. Quando falamos essa palavra, ego, rapidamente a nossa mente já nos acusa mostrando essa parte de nosso ser de uma forma negativa. Mas a questão não é dele ser positivo ou negativo, mas falar que ele existe e precisamos deixa-lo cativo ao senhor Jesus. Tudo em nossa vida que não está cativo ao senhor, nos causa problemas. Nesse pequeno livreto escrito por Tim Keller, ele nos traz um pensamento sobre como é o nosso ego e como podemos lidar com as suas manifestações em nossa vida.
quinta-feira, 15 de maio de 2025
Ego transformado
O ego humano e vazio e orgulhoso, sendo dependente de uma constante aprovação das pessoas. Fazemos algo e logo queremos elogios, fazemos algo errado e tão rápido não queremos ser corrigidos. Buscando sempre se proteger, o nosso ego gosta de brilhar e não de ser abatido. Através da vaidade e insegurança, somos escravizados por suas ações. Tim Keller usa o exemplo da cantora Madonna, que em uma entrevista disse que vivia vazia e a forma de se sentir importante era sempre fazer algo em que ela recebesse aprovação. Quando ela se sentia vazia novamente, tinha que fazer algo novo para repetir o ciclo de aprovação, tanto sua como também por parte externa. Keller não critica Madonna, ele apenas diz que ela tem consciência de que é escrava do seu ego, enquanto muitos cristãos lutam com ele e não consegue se ver livre de tal escravidão. Nosso ego está sempre inchado, se comparando com os outros, e assim, qualquer critica o destrói e qualquer elogio o vicia.
Tim Keller busca assim nos apresentar uma solução de sermos livres dessa prisão do nosso ego, ou como ele mesmo diz no título de seu livro, buscar uma transformação. O exemplo usado é através do apostolo Paulo, em que ele escreve que o julgamento dos outros não importa, mas tão pouco o nosso próprio. Assim, a nossa vida precisa ser guiada pela visão de Cristo e sua palavra sobre nós. Somos perdoados por Cristo e isso basta, Ele não está nos julgando e por isso somos livres. A maior liberdade de todas é saber que você é amado por Deus, por isso, o julgamento alheio não nos direciona, mas o nosso também não, porque ele também tem motivações e conceitos errados. A pessoa que sabe que é amado deixa de buscar aprovação dos outros através de nossas realizações. É a forma de você não ser escravo daquilo que os outros pensam. Keller encerra sua obra dizendo que a verdadeira liberdade é ser livre de si mesmo. Quando descansamos na obra da cruz, paramos de querer provar algo para alguém. O desafio? Esquecer de si próprio, parar de viver por elogios e deixar de ferir-se por criticas, e assim, terá um ego transformado e uma vida de liberdade.
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